segunda-feira, 11 de maio de 2015

A cor do invisivel


                                A cor do invisível

Gutyerrez Oliveira

“Abandone toda esperança aquele que aqui entrar.” inscrição sobre a porta do Hades  segundo a visão de Dante Alighieri no seu livro A Divina Comédia.

SINOPSE:  A cor do invisível narrado em terceira pessoa
Abalado com a notícia do desaparecimento misterioso de seu amigo e atraído por uma misteriosa voz e por sentimentos que comunicavam com sua alma talvez alimentada  de remorsos, preocupações e angustiado por ter se desentendido com a família,  Paulo Do Lane, um homem de meia idade, já começando a pintar seus primeiros cabelos brancos percebe que derrepente foi  atraído para uma armadilha sobrenatural, numa estrada onde seu carro foi teleguiado,  acaba preso em um universo paralelo onde, daquele lugar  se pode ver os dois mundos simultaneamente, mas não há opção de volta,  existem  apenas momentos de lembranças  que como um fleche inicia e apaga deixando confuso o momento de lembrança e nada mais.
Paulo Do Lane, descobre que pode ver os acontecimentos do mundo chamado real, sem ser notado e sem poder interferir na ação do tempo ou na modificação  dos acontecimentos do  mundo paralelo onde está , e que seu filho,  está prestes a cair na mesma armadilha em  busca de seu pai.  Paulo Do Lane precisa correr contra o tempo que nem existe naquele mundo para informar a seu filho que ele está sendo tragado para o mesmo lugar de prisão virtual do qual não poderá sair nem talvez ajudar seu pai voltar , ao tentar a comunicação com seu filho, pressente que está sendo monitorado o seu próprio pensamento. E um esforço sobrenatural, quer entender o que tudo aquilo significa e  como encontrar a única saída dali  apenas conhecida como  “a porta in Ctrl+z” chamada de    A COR DO INVISIVEL.
Como alguém poderia ver uma saída que não tem cor?  Como alguém poderá retroceder ao que já foi formatado em um software em 23D Scroll Lock    

Descrição – Um mundo paralelo ao verdadeiro mundo que habitamos  que como linha paralelas geométricas,  não se cruzam com qualquer  outro mundo, inclusive o qual  nascemos .
 A verdade  é que não poderíamos sair nunca mais, nunca  poderíamos voltar. Somente as lembranças ficam  cravadas na mente ...
O desvio para o virtual  aconteceu  por um comando trocado propositalmente  por um raqueamento  proposital  quando  ele saia  de casa, deixou seus amigos  e caminhou  por um atalho de rua despercebido, envolto em seus pensamentos  e sentimentos de  culpa  e entrou    em um povoado silencioso, com rios e casas rurais  ruas bem feitas e limpas, igarapés lindos e límpidos que entravam nos quintais entre os pastos,campos bem detalhados nas marcações  bem aparados como se fosse toda aquela forma como um campo de futebol , tinha vacas e animais, mas sentiu que havia algo estranho em tudo, não tinha em lugar nenhum , vestígios reais de que  seres humano  faziam parte em toda a extensão  daquele lugar  ao alcance  onde os olhos conseguiam  ver.
 Parecia ser um final de mundo, um lugar onde o real acabava e agora  era apresentado a partir dali começo de um novo mundo virtual paralelo ,  como na matemática “duas linhas  paralelas nunca se encontram “  assim era os dois mundos paralelos. E aquela rua por onde era forçado entrar apresentava  sinais e bips cibernéticos  um tipo comando de voz na mente, definiu  que  entrasse ali  forçando obedecer. Pelo instinto ou por uma voz   estranha era conduzido a prosseguir, mesmo percebendo estar sendo impelido à entrada.
Achei lugar muito estranho sem pessoas, tudo muito bem cuidado e limpo ,varrido e aparado como quando se corta o cabelo e acabamos de sair do barbeiro.Nunca se ouviu falar nem sabíamos nada sobre aquele lugar de uma assombração virtual . não tinham matos que precisassem ser cortados ,haviam árvores carregadas de frutos para serem colhidos.
 Os terrenos com seus portões tipo cercas para o gado eram convidativos para entrar. Derrepente surgia na mente a idéia ser  aquilo tudo eram arapucas para pegar gentes. Encontrei alguém que talvez fosse  uma pessoa que parecia  eu já ter  conhecido dias atrás , passei não ter certeza talvez a vi em um dos sonhos dias antes , chegamos a uma espécie de povoado onde havia casas de festas em atividades com luzes que piscavam ,,, outra coisa estranha , o som tocava, as pessoas dançaram mas, não se ouvia o áudio, o som das musicas, as pessoas parecem que dançavam direcionadas por telepatia rítmica ou coisa assim.   Do lado de fora, da casa sem limites ou muros que não se  podia ver,  pessoas gritavam dentro de um silêncio  de gritos de suas bocas que eram levadas para o ar mas  se perdiam na imensidão do nada por que não se ouvia, nem víamos  a cor do céu.
Haviam Gritos  sem sons que iam para o além dos espaços por não poder nunca mais voltar  ou transpor uma barreira invisível e sem cor, sabíamos e tocávamos em uma espécie de cerca palpável , mais não podíamos ver . Parecia que eu e minha acompanhante estava do lado de fora sem estar em algum lugar, talvez tocando nos portões ou nos muros invisíveis  daquele mundo  estranho.
 De longe avistávamos o povo dançando e se divertindo, na verdade parecia que sofriam  Não dava para imaginar o sofrimento ali.
Na minha mente, meu pensamento se juntava a lembrança que eu tinha esposa, e filhos um carro, um emprego  eu podia ate ver meu carro agora no estacionamento. A lembrança mostrava  e através dela eu via minha vida la fora. Algo me dizia,   informava por intuição  que   se eu  não ultra passasse aqueles   muros  ou barreira   jamais conseguiria voltar. Agora estávamos  prisioneiros eternos.
Continuavam em mim as lembranças e pensamentos do outro mundo. Do primeiro mundo que jamais esqueci.Essas lembranças nos faziam sofrer porque não podíamos voltar
Eu era um professor em uma escola publica da cidade , lembrava perfeitamente das salas de aulas, de cada aluno.
Em momentos eu me assistia dando aulas , conversando com outros professores , conversava com eles e me respondiam e perguntavam o que constantemente eu estava fazendo  dentro do face book . Disseram eles que  não conseguiam mais  me ver  na rua indo e vindo para a escola? Mas em todas as comunidades  e redes sociais virtuais eu era visto ali  e meus olhos apresentavam uma tristeza e um falso brilho
Estava como um prisioneiro sem saber que era . Via a minha rua , a rua das minhas lembranças onde estacionava o carro embaixo das arvores onde os passarinhos pintavam o vidro de coco amarelado.
Encontrei  esse mundo virtual ou paralelo ao real. Sem entender o que estava acontecendo .
Encontrei um amigo conhecido ali,  Adilom com a esposa , vivendo uma nova vida paralela a sua, falei com ele  que me contou  já estava ali a muito tempo, não sabia quanto!  Nem como voltar ...
 Disse - tive que me adaptar outra vez para não enlouquecer de tanto  lembrar do mundo real que eu  vivia .
 Porque nesse virtual , não via as minhas raízes. Era um homem  sem pátria que passou através de um buraco  no espaço e de espaço para  espaço onde eu não via e não conseguia evitar , tinha que refazer de novo a convivência e a vida.
 Tornar construir minha história novamente .
Tentei reconstruir mais algo estranho acontecia  à minha historia que se perdia e desfazia, não conseguia ter um passado nem futuro ali naquele mundo. Por exemplo, se eu ia em sua casa almoçar com você, almoçávamos e conversávamos mais quando saia dali não lembrávamos mais de nada acontecido, era imediatamente apagado, deletado o passado.
 Não tinha história na lembrança  aquele  era um mundo sem lembranças . Do mundo virtual, sabíamos que existia o real. Lembrávamos de todas as raízes  -Nascimento da neta- dos filhos a casa que morávamos antes da praça 14 de Janeiro , a escola da infância , a mãe o pai a namorada casamento , viagem para porto velho , o primeiro filho que não viveu  e no hospital mesmo passou para o mundo de Deus.
Mas, aquele não era nem um mundo na terra nem no céu era um mundo paralelo a algum ponto de algum lugar. Era um mundo virtual que entravamos através de um portão invisível que não sabíamos nem a hora ou o momento que entramos  por isso não achávamos  o portão de volta porque ele tinha a cor do invisível .
Aquele  mundo virtual paralelo normalmente me lembrava coisas do facebook visto pela tela do monitor  real, meus amigos, Oscar tinha 1300 amigos, Rosa 600, eu tinha 260, Gutyerrez filho tinha 400 amigos .
Poderia me transportar imediatamente para as festas ou eventos   mostrados dentro e no  momento visto pelas fotos e ver amigos ,falar com eles , dançar, tocar violão ,me alegrar logo a seguir, através dos periféricos e através do Click  poderia sair, ir para outra foto e naquele micro segundo  imediatamente parecia ter vida mostrando o momento  real do tempo que ela foi tirada e acontecido o evento por mais que já houvesse idade de tempo ou coisa assim . Eu podia andar de face em face a vontade e participar de todas as conversas e acontecimentos . Cheguei pensar  em fugir através das festas de eventos dos faces   mais quando eu pensava assim era dado um comando então eu era imediatamente retirado do face em que estava .
Existia em algum lugar espacial a indicação de uma esperança de voltar , tinha que encontrar o portão de saída que era o mesmo da entrada, mais onde estava ele se não tínhamos dado a conta de quando entramos. Onde podia estar a saída de volta pra casa.
Eu podia ver meus parentes como se fosse um filme de lembranças.
Mas eu não tinha historias ou lembranças daquele mundo paralelo.                      


Eu estava dirigindo sem um plano certo pra onde ir,  entrei num desses ramais da estrada que levam a sítios e lugares longe da vista de automóveis, lugares que eu pensei que podiam me trazer calma. Então eu entrei numa estrada de barro que  costumava visitar ir regularmente com a minha família para um balneário, a ideia era encontrar um lugar onde pudesse ao menos colocar os pés na água e pensar um pouco, longe de tudo e de todos. Enquanto seguia na estrada, vi então, outra  estrada que entrava para o meio das árvores . Uma estrada que só havia entrada para um automóvel.

"Entre" disse me um pensamento. Uma voz na minha cabeça que a princípio achei  fosse a minha.

Aconteceu quando sai de casa, deixei meus amigos e caminhei por um povoado silencioso com casas rústicas em terrenos limpos e ruas bem feitas, haviam igarapés que entravam nos quintais, haviam vacas pastando em campos bem verdes. Algumas arvores se mostravam no horizonte dos campos, com sombras bem chamativas para um belo cochilo. Tudo ali, parecia interessantemente agradável, mas havia uma coisa estranha. Não havia ninguém por ali.Não podíamos ver nenhum movimento humano algo muito estranho parecia que em todas as casa e quintais os humanos foram retirados. Existia toda uma ideia que aquilo tudo e tão bem cuidado quem cuidava? quem fazia manutenção?
Tudo ali  com  aparência muito limpa, mas onde estava as pessoas?
Será que os seres que habitavam ali eram invisíveis e estavam trabalhando naquelas fazendas naquelas casas mas seus corpos não tinham cor.
Seriam seres de um outro espaço ,outra galáxia morando na terra?    


 Nenhuma sombra de vida de alguma pessoa sequer. Era como se fosse o final do mundo real. A partir dali, um outro universo começava.Um calabouço , Uma espécie de fronteira entre o mundo real e um mundo fantástico fiquei curioso pra conhecer de tão bonito me parecia.
Até ali era apenas um lugar bonito, convidativo e solitário em que eu podia parar pensar por alguns minutos . Tudo era bem capinado e bem cuidado.
 Engraçado eu não sabia que existia aquela estradinha, nem mesmo lembrava  que ela existi ali.

Percebi que havia voltado para o mesmo lugar, retornei pela estrada mas não havia  fim. Eu jamais sairia dali.

''Quem é você?'' dizia a voz. E a essa altura eu já sabia que não partia de mim aqueles pensamentos. Eles vinham sabe lá  de onde.
''Tem certeza que você quer voltar? É isso realmente que prefere?''

Comecei a pensar, qual  é a  cor do invisível? Como voltarei  pra casa? O  que é esse  invisível afinal?
 Percebi que as arvores balançavam de uma  mesma forma  repetitiva com os mesmos movimentos de um segundo que passou  e percebi que tudo aquilo era   ilusório . Eu estava preso dentro de um momento que se repetia constantemente,  eu estava vagando dentro de micro milésimos pedaços de lembranças ainda gravadas em minhas memória que talvez o inimigo não tinha conseguido deletar .
Eu estava pra sempre preso ali, um preso solitário que jamais poderia sair. o que me  tinha  levado para ali e para que  afinal?
Naquele momento em um esforço sobre natural conseguir divisar a continuidade dos ventos tocando as arvores ...
Daquele lugar cercado pelo invisível conseguir ver o outro lado
Olhei para a minha família e eles estavam jantando sem mim.
''A cor do Invisível não existe e nunca existiu. Mas formava uma barreira que não deixava passar.
Será que alguns seres de outros planetas tem essa cor,  e se misturam com a cor do ar ou tomam alguma substancia
 não existe forma ou jeito de sair daqui'' me dizia a voz. Falando pelo contacto do sub consciente tentando ministrar comandos em códigos
Continua no mundo real.........
Eu não posso pensar, porque senão  os comandos conectados ouvirão e tentariam eliminar a ação do pensamento que eu tramava para fugir dali .
 Cidade de Itaka, 22.11. 13 País no qual conseguir ter as ultimas lembranças.


A cor do invisível
(Versão Brasileira Hebert Richards)

OBs: Qual o horário desse acontecimento  quando ele entrou naquela estrada? Tarde, manhã, noite?

Esta havendo uma confraternização de despedidas na estrada do ano de colegas de trabalho. O seu amigo desaparecido é citado na homenagem. Ele fica meio pensativo, um colega e uma colega vão falar com ele.
-Que cara é essa?/ Eu apenas lembrei do fulano, que desapareceu. E era tão nosso amigo e despareceu. /talvez ele esteja morto-diz a irmã dele/nao diga isso/estou sendo apenas realista Gutyerrez,não gosto de me apegar a falsas esperanças- ao dizer isso os olhos dela umideceream/ é bom que sempre haja esperança no coração fulana./
Todos estão indo eles se despedem e Gutyerrez vai pra estrada- foi muito bom revê-los caro colegas
Ele começa dirigindo e olhando o cenário e pensando em alguma coisa. Pensamentos intranqüilos. Havia se desentendido com a esposa e brigado antes de sair. (pensar, pesquisar um motivo para essa briga. Provavelmente por situações financeiras e teimosias que ele orgulhoso acaba causando.)
Estava voltando. Quando olhou um ramal. “Pare” Ouviu uma voz dizer em seus pensamentos. E quando deu por si havia parado o carro. Olhou pra frente se seguisse reto, logo estaria em casa, sua família estaria o esperando para almoçar.Mas se dobrasse no ramal... Aquela era o ramal, na estrada aonde seu amigo havia desaparecido. Era um ramal conhecido as pessoas costumavam entrar ali para tomar banho em igarapés, etc. O seu amigo havia desaparecido ali, segundo sua esposa. A ultima informação que ela teria era que ele havia entrado ali, depois disso... nem seu carro havia sido encontrado. Olhou novamente para a estrada que seguia em reto e que o levaria para a cidade e na sua casa. Lembrou que havia se desentendido com sua esposa antes de sair.
Olhou para a estarda a direita em que seu amiho havia supostamente desaparecido.Pensou em bandidos, tráfico de pessoas, órgãos, traficantes, latrocínio. Se fossem bandidos deviam ter queimado ou... e enterrado o corpo dele em algum lugar na mata, na certa. E seria quase impossível encontrar, porque o solo se trataria de decompor o resto. Aquele pensando causou um desconforto no seu coração. Estaria o amigo realmente morto? E além do mais Se houvessem bandidos ali, era melhor que ele fosse embora. Pois podia estar colocando a sua vida em risco só de estar parado ali.
Ele podia ter também perdido a memória, ter caído com o carro em algum barranco e perdido a memória e estivesse vagando pelo mato sozinho. Ou ainda podia estar todo esse tempo preso em algum lugar. Sua cabeça criava mil possibilidades de que seu amigo ainda estivesse vivo Era um tipo de coisa que gostava de fazer pois gostava de criar esperanças sobre as coisas. Ouviu uma voz dizer “Entre”. Parecia que seus instintos pediam que ele fizesse aquilo.Sem pensar mais, resolveu arriscar. Entrou naquele ramal desviando da estrada.
Começou a tentar fazer a rota do amigo. O carro dele também estava desaparecido.  Não era possível. Que a policiais não estivesse rastros. Será que ele havia se metido a com algo grande? Com pessoas poderosas que quiseram se livrar dele e não deixar nenhum rastro?

Quando de repente ele avistou uma ruazinha, naquela estrada. Algo que nunca havia visto. Ele foi entrou em um ramalzinho diferente. Que nunca havia visto. Uma Rua asfaltada. Excesso de folhas secas e o matagal crescido quase invadindo a rua indicavam que aquela estrada quase nunca era usada. “Entre” pareceu ouvir uma voz dizer em seus pensamentos.

 Ele seguiu pisou no acelerador e resolveu dar uma olhada mais de perto naquela misteriosa estrada. Decidiu ser rápido e cuidadoso.Seguiu naquela estradinha por alguns minutos. No cenário lateral não havia nada mais do que dezenas de massas de árvores e arbustos alto. Aparentemente uma mata fechada. De repente, sentiu um estranho arrepio e um leve choque no corpo. O vento começu a soprar mais forte, nos folharais fazendo um som de folhas farfalhando quase como se fosse uma outra freqüência...como uma freqüência vindo de outro mundo.  A pressão atmosférica pareceu mudar subitamente. O mormaço que estava antes se transformou em uma brisa agradável e surgiram alguns pingos de chuviscos que pareciam ter vindo apenas para refrescar o ar. Logo as árvores e arbustos nas laterais acabaram e deram espaço a um novo cenário. Um mundo longe das cidades grandes, onde havia paz. Os cenários laterais agora eram fazendas. Fazendas bem cuidadas. Riachos lindos. Bois vacas pastando. Fumaça saindo de chaminés de casinhas. Uma coisa bonita de se ver. Então não era um local tão abandonado assim. Sentiu uma felicidade diferente. Parecida ter adentrado um mundo secreto ao entrar naquela estrada. Prosseguiu dirigindo mais tranqüilo. Aquele não parecia um lugar onde alguém desapareceria. ...
-Ou seria? Pensou ele em voz alta.

Logo chegou em um pequeno vilarejo. Árvores podadas, cercas bem construídas searando terrenos. Parou e procurou com o olhar um sinal de qualquer pessoa. Ouviu um pequeno rádio tocando e uma barulho de TV, se aproximou de uma espécie de taberninha. Desceu e resolveu perguntar na taberninha como era o nome daquela comunidade.
-Ô de casa? – gritou.
Havia um rádio em estática próximo ao balcão em cima de uma freeze e o barulho de uma TV ligada no interior da casa, mas nenhum outro barulho sequer.
-Ô de casa! – insistiu – Alguém?- bateu palmas pra chamar atenção. Depois repetiu as palmas com mais força.
Galinhas corriam e ciscavam alegremente no terreiro ao lado. Andou pela lateral da casa, gritando um “ô de casa” novamente e batendo palmas.
Par diante de uma porta aberta, no lado da casa, que se deixava mostrar uma cozinha com uma paneela de pressão no fogo, soltando fumaça.
Foi até o carro. E seguiu viagem. O Vilarejo continuava, mas agora a estrada se transformava em barro. Haviam casas por todo lado. Todas estavam abertas, mas ainda não havia coseguido ver uma pessoa sequer. Aonde estaria as pessoas daquele local?

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